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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Foi Nero que incendiou a Roma?















Podemos citar Apolônio de Tiana, dessa vez surgido na Grécia, precisamente no ano 4 A.C., afirmando ter vindo de uma cidade habitada pelos “deuses”. Descrevia pedras estranhas que irradiavam luz e a utilização de autômatos, ou robôs, fazendo serviços domésticos! Mas nesse caso em especial, parece ter sido um verdadeiro viajante do tempo, uma vez que controlava de maneira bem definida as suas vindas a esses períodos da História, pois conforme ele mesmo escreveu: “recebera missões de modo a preparar a ocorrência de determinados eventos históricos”! O que parece ter sido verdadeiro, pois aparecia no Egito, no Tibet, na Índia e em Roma, onde dizia ter por principal missão destruir o império romano! Desafiando abertamente os governantes foi até condenado á morte pelo imperador Domiciano e, no exato momento da execução, desapareceu diante dos espantados olhos dos soldados, em meio a um “clarão extremamente fulgurante”! Além de ter demonstrado extraordinários conhecimentos de Medicina, pois segundo registros históricos, estancou totalmente uma grande epidemia que grassava na cidade de Éfeso! O mais curioso é que diz-se a sua “magia” ter sido a responsável pelo incêndio que destruiu Roma e do qual o famigerado imperador Nero levou a culpa. Como de fato, as crônicas da época relatam que os focos de incêndio surgiam misteriosamente em vários lugares ao mesmo tempo e era uma espécie de fogo que a água tornava-se impotente para apagar. Obviamente produtos químicos tais como o moderno napalm ou quem sabe bombas de ação retardada, totalmente inexistentes naqueles tempos!

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