terça-feira, 2 de junho de 2009
Orejona a mãe da humanidade
Na Era Terciária (há cerca de 50 milhões de anos), quando ainda não existia qualquer ser humano sobre o nosso planeta, povoado apenas por animais fantásticos, uma astronave brilhante como o ouro pousou sobre a ilha do Sol do lago Titicaca.Dessa astronave desceu uma mulher semelhante às mulheres atuais quanto ao corpo, dos pés até aos seios; mas tinha a cabeça em forma de cone, grandes orelhas e mãos apalmadas com quatro dedos.O seu nome era Orejona (grandes orelhas) e vinha do planeta Vênus onde a atmosfera é mais ou menos análoga à Terra. As suas mão indicavam que existia água em abundância sobre o seu planeta original e que representava um papel primordial na vida dos Venusianos.Orejona caminhava verticalmente como nós, era dotada de inteligência e tinha, sem dúvida, a intenção de criar uma humanidade terrestre. Na região de Titicaca uma tribo, que se mantinha fiel à memória de Orejona, desenvolveu a sua inteligência, manteve os seus ritos religiosos e foi o ponto de partida das civilizações pré-incas.Eis o que se encontra escrito no frontão da Porta do Sol em Tiahunaco.Os anjos da Biblia não eram anjos. Os reis divinos, ou reis-pássaros falcões das primeiras dinastias egípcias não eram evidentemente falcões. Quetzacoatl do México , não era um pássaro-serpente. Os deuses chifrudos e alados ou então montados em cobras das mitologias do Oriente Médio não eram criaturas divinas, e não resta dúvidas quanto a essa questão... da descendência Divina, ainda insistimos em não aceitar a miscigenação de Humanos com seres vindos de outras estrelas, planetas e constelações?
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